Coleção pessoal · Espécimes catalogados desde 2026

Laboratório do
Caçador de Bugs

Onde falhas de software são capturadas, etiquetadas e estudadas com curiosidade.

Nº 000 — Início do catálogo

Este é meu primeiro projeto de vibe coding: um site simples, montado com HTML e CSS, hospedado no GitHub Pages. Aqui vou registrar o que aprendo caçando bugs e explorando segurança de software — um espécime de cada vez.

Gaveta 01 — Método de estudo

Nº 001

Aprender

Estudar conceitos de segurança e desenvolvimento web, um pouco a cada dia.

Nº 002

Praticar

Testar ideias em projetos pequenos, reais e visíveis — como este.

Nº 003

Evoluir

Construir um portfólio de descobertas, um espécime de cada vez.

Gaveta 02 — Espécimes catalogados

Nº 004 Alta

Validação de Formulário

Campo de e-mail aceita valores sem "@", permitindo cadastros inválidos no banco de dados.

Estágio Atual Open
Nº 005 Média

Broken Link

Link do rodapé "Sobre" aponta para uma página que não existe (erro 404).

Estágio Atual Fixed → Verified
Nº 006 Baixa

UI Inconsistente

Botões de "Enviar" usam bordas arredondadas diferentes entre as páginas do site.

Estágio Atual Deferred

Gaveta 03 — Ferramentas do Laboratório

Nº 007

Chrome DevTools

Inspeção & Debugging Web

Inspeciono elementos HTML/CSS, valido status HTTP na aba Network e monitoro erros de script no Console.

Nº 008

Postman / Testes de API

Validação de Backend & APIs REST

Monto requisições GET, POST, PUT e DELETE e valido headers, tokens e respostas em JSON.

Nº 009

Cypress / Automação

Testes E2E (End-to-End)

Estudo scripts pra simular a jornada do usuário, com asserções de elementos e validação de fluxos críticos.

Nº 010

Jira

Gestão de Defeitos & Metodologia Ágil

Registro reports de bugs, acompanho o ciclo de vida das falhas e organizo tarefas de teste em quadros Kanban/Scrum.

Gaveta 04 — Diário de Campo

Testes exploratórios com charters: dando estrutura à intuição

Testei o próprio Laboratório com uma missão curta e um cronômetro em vez de sair clicando sem rumo — e sobrou uma sessão fácil de reportar no lugar de uma sensação vaga de "parece que tá tudo bem".

Partição de equivalência: testando menos, cobrindo mais

Aprendi a separar os dados de um campo em grupos e testar só um representante de cada — economia de tempo sem perder cobertura, e uma técnica que combina direto com boundary testing.

Dominando o Jira na Prática do QA

Mapeei o fluxo de trabalho completo no Jira e entendi por que rastreabilidade não é burocracia: é o que garante que ninguém perca de vista o impacto real de um bug.

Como automatizar QA sozinha, sem equipe

Trabalhando solo, o objetivo não é automatizar tudo — é automatizar só o que se repete e economiza tempo real: regressão, checagem de API e monitoramento contínuo.

Aula curta: entendendo o ciclo de vida do bug

Estudei o fluxo que um bug percorre depois de encontrado e entendi que "Fixed" não é o fim da história — sou eu, o QA, que fecho o ciclo de verdade testando de novo e confirmando.

Como escrever um bug report que o time realmente usa

Aprendi que um bom report tem passos claros pra reproduzir, comportamento esperado x encontrado, severidade e evidência (print ou log) — sem isso, o dev perde tempo só tentando entender o problema.

Testando valores-limite (boundary testing)

Pratiquei testar os extremos de um campo numérico — mínimo, máximo, um valor abaixo e um acima. É nessas bordas que a maioria dos bugs de validação aparece.

Priorizando bugs: impacto x frequência

Estudei uma matriz simples pra decidir o que corrigir primeiro: bugs de alto impacto e alta frequência sobem pro topo da fila, os de baixo impacto e baixa frequência esperam.

Testes manuais vs. automatizados

Entendi melhor quando vale a pena escrever um teste automatizado e quando um teste exploratório manual encontra mais problemas reais, principalmente em telas novas.

Fundamentos de acessibilidade (WCAG)

Estudei os princípios POUR e comecei a testar navegação só com teclado — descobri três armadilhas de foco que eu nunca tinha percebido antes.

Introdução a testes de API

Primeiro contato com métodos HTTP, códigos de status e como montar uma coleção de requisições pra validar respostas antes de testar a interface.

Gaveta 05 — Glossário Técnico de QA

Nº 011

Testes — Tipos e Níveis

Parte 1 · PT

Do teste unitário ao teste de carga: os principais tipos e níveis de teste usados no dia a dia de QA.

Nº 012

Metodologia e Processo

Parte 1 · PT

Casos de teste, plano de testes, cobertura e rastreabilidade — o vocabulário de processo do QA.

Nº 013

Automação

Parte 1 · PT

Frameworks, pipelines e CI/CD: os termos por trás dos testes automatizados.

Nº 014

API e Sistemas

Parte 1 · PT

API, endpoint e mock/stub — o essencial pra testar a comunicação entre sistemas.

Nº 015

Ambientes

Parte 1 · PT

Homologação, staging e sprint: onde e quando os testes acontecem.

Nº 016

Testes

Parte 2 · EN

Bug, issue, edge case, happy path: o vocabulário em inglês que todo QA usa no dia a dia.

Nº 017

Processo e Ciclo de Vida

Parte 2 · EN

Backlog, sprint, Definition of Done e hotfix — os termos de processo em inglês.

Nº 018

Ambientes e Deploy

Parte 2 · EN

Staging, production, deploy e build — o caminho de uma versão até o ar.

Nº 019

API e Dados

Parte 2 · EN

Request, response, payload e status code — a linguagem por trás de cada requisição.

Nº 020

Automação

Parte 2 · EN

Framework, assertion, test runner e flaky test — o vocabulário de quem escreve testes automatizados.

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